Parece não ter fim a boa fase financeira e operacional do Grupo Brisa, que abarca Brisa Linhas Aéreas e Eclipse Linhas Aéreas Virtuais. Após recorde de horas, de voos e de saldos líquidos no mês de março, abril mostra que havia muito mais por vir. O grupo fecha o quarto mês do ano com 1.358 horas voadas, num total de 415 voos. Para se ter uma ideia, estes dados tornam o recorde de março algo irrelevante. As quase mil e quatrocentas horas voadas representam incremento de 44,9% em relação ao mês anterior, que fechou com pouco mais que 748 horas. Já em quantidade de trechos realizados, incremento de 28%. O diretor geral do Grupo Brisa, o comandante internacional Felipe Faria, explica que o resultado poderia ter sido ainda melhor. O upgrade na versão do programa VAFS, utilizado por Brisa e Eclipse para gravar dados técnicos, financeiros e de satisfação dos passageiros, gerou muitas dúvidas por alguns dias, impedindo alguns pilotos de voarem mais e de contribuirem para o balanço de abril. Ainda assim, o grupo chega à incrível marca de v$ 1,77 bilhão em valor de mercado, com capacidade líquida de ivestimento de v$ 770 milhões. Para comemorar a boa fase, a diretoria do Grupo Brisa deve anunciar na próxima semana o índice de reajuste salarial dos seus pilotos, o segundo, em menos de seis meses.





